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O MEO Kalorama regressa ao Parque da Bela Vista, em Lisboa, nos dias 28, 29 e 30 de agosto. Robbie Williams, Ms. Lauryn Hill, Deftones, Grace Jones e Turnstile encabeçam uma quinta edição que junta música, arte, gastronomia e novas medidas de acessibilidade e segurança.
Robbie Williams é o principal nome da primeira noite e regressa a Portugal para atuar no Palco MEO. O programa de sexta-feira reúne ainda Grace Jones e Interpol, além de diferentes propostas nacionais e internacionais.
O cartaz de 28 de agosto inclui:

No Panorama Lisboa atuam Budino, Hunee, Nathan Fake em formato ao vivo, Viegas e a atuação conjunta de Lola Haro e Roman Flügel.
O segundo dia será liderado por Ms. Lauryn Hill, acompanhada por Wyclef Jean, YG Marley e Zion. O hip-hop assume uma presença forte no programa com Black Star, dupla formada por Yasiin Bey e Talib Kweli, e Vince Staples.
O cartaz de sábado, 29 de agosto, reúne:
O Panorama Lisboa recebe Mind Enterprises, Hiroko Yamamura, Horse Meat Disco, Mário Valente e Suchi.
O último dia apresenta a vertente mais rock e alternativa do festival. Deftones e Turnstile lideram a programação de domingo, que inclui também o regresso dos Clipse e o projeto conjunto de Freddie Gibbs com The Alchemist.
O programa de 30 de agosto conta com:

Na área eletrónica atuam DJ Lycox, DJ Marfox, Nídia, O Ghettão e SoundPreta, além da sessão conjunta de Helviofox e Diiyong.
Os horários individuais dos concertos ainda não estavam publicados no site oficial à data desta notícia.
Na sexta-feira, 28 de agosto, o recinto abre às 16h30 e encerra às 03h30. No sábado e no domingo, as portas funcionam entre as 14h30 e as 02h30.
A bilheteira física estará aberta nos seguintes horários:
O evento encontra-se classificado para maiores de 6 anos.
Os bilhetes diários para o MEO Kalorama 2026 custam 65 euros, aos quais acrescem as taxas de serviço. O passe geral para os três dias está disponível por 160 euros, também sujeito a taxas.
Existe ainda um Pack Friends que permite adquirir seis passes gerais pelo preço de cinco. Estão previstas condições especiais para titulares do cartão Navegante e do Cartão Jovem.
Os bilhetes são vendidos no site do MEO Kalorama, na Fever, nas lojas MEO e nos restantes pontos oficiais.
O passe de três dias tem de ser trocado presencialmente por uma pulseira pessoal e intransmissível. Esta modalidade permite sair e voltar a entrar no recinto. Os bilhetes diários dão direito a uma única entrada.
O festival não disponibiliza estacionamento geral junto ao recinto. A exceção destina-se a pessoas com mobilidade condicionada que possuam o respetivo dístico.
A estação de metro mais próxima é Bela Vista, na Linha Vermelha. Também existem ligações da Carris e alternativas através de comboio, barco e autocarros expresso.
Os shuttles oficiais da Repsol serão gratuitos e terão paragens em diferentes pontos de Lisboa. A organização prevê igualmente reforços e soluções de transporte durante a madrugada.
A Guia Repsol Food Experience estreia-se no recinto com propostas gastronómicas de Henrique Sá Pessoa, Marlene Vieira e da dupla José e Cláudia Neves, responsável pelo restaurante Ciclo.
A nova área procura aproximar a restauração do festival de diferentes abordagens à cozinha portuguesa, aos produtos locais e à sustentabilidade.
O MEO Kalorama terá plataformas elevadas para pessoas com mobilidade condicionada, entradas adaptadas, casas de banho acessíveis e um serviço de transporte entre a Estação do Oriente e o recinto para utilizadores de cadeira de rodas.
Os concertos do Palco MEO contarão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa e audiodescrição. A aplicação SENTIDO permitirá acompanhar estes serviços através do telemóvel.
O recinto terá ainda uma sala de pausa para pessoas que se sintam sobrecarregadas pelos estímulos sensoriais, bem como pictogramas e tabelas de comunicação para visitantes não verbais ou com necessidades complexas de comunicação.
A edição de 2026 adota a campanha “Não É Não”, desenvolvida em colaboração com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género.
A iniciativa estará visível em ecrãs, instalações sanitárias e zonas de circulação. Códigos QR darão acesso a contactos úteis, mecanismos de denúncia e ao protocolo de atuação.
As equipas do festival, incluindo segurança, bares e restantes operadores, receberão formação para reconhecer e responder a situações de assédio ou violência. Estarão disponíveis canais de denúncia presenciais e anónimos, com encaminhamento para espaços reservados e entidades especializadas quando necessário.
A componente visual volta a ter curadoria da ETERNO e da Underdogs, estruturas ligadas ao grupo fundado por Vhils.
O Diogo Aguiar Studio assina a intervenção do Palco MEO, concebida através de superfícies suspensas, transparências e variações de luz. O Palco Sagres terá uma proposta de Leonor Violeta inspirada na desconstrução gráfica do escudo da marca e nos padrões do azulejo português.
Escrito por P.Cordeiro
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