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A 4.ª Reunião Ibérica da Aliança Territorial Europeia (ATE) reforçou, esta segunda-feira, 13 de abril, em Castelo Branco, a exigência de construção urgente do IC31 em perfil de autoestrada, defendendo o início das obras ainda em 2026.
O encontro decorreu no Salão Nobre da Câmara Municipal de Castelo Branco e reuniu autarcas, empresários, associações e representantes de entidades portuguesas e espanholas, unidos na reivindicação da conclusão do troço em falta entre Moraleja e Castelo Branco, com cerca de 72 quilómetros, considerado essencial para a ligação entre Madrid e Lisboa.

Durante a sessão, foi anunciada uma nova ação pública de reivindicação, agendada para 20 de maio, entre as 18h30 e as 19h30 (hora de Portugal), na Ponte Internacional de Monfortinho.
Foi também comunicada a intenção de promover reuniões com grupos parlamentares, tanto na Assembleia da República, em Lisboa, como na Assembleia da Extremadura, em Mérida, para reforçar o compromisso político com a concretização do projeto.

O presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues, sublinhou que o território “merece as mesmas oportunidades que outras regiões da União Europeia”, defendendo o IC31 como um desígnio coletivo para atrair investimento, empresas e população.
Já Elza Gonçalves, presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, considerou o projeto uma “oportunidade transformadora”, apelando à equidade territorial e ao respeito por uma região que continua a reinventar-se.
Por sua vez, José Miguel Oliveira, presidente da Câmara de Penamacor, alertou para o impacto do desinvestimento numa das regiões mais desfavorecidas da Europa, defendendo que a infraestrutura será decisiva para reduzir custos logísticos e fixar população.
O presidente da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa, João Lobo, destacou que existe consenso político em torno do projeto, mas questionou a falta de execução prática: “Se estão reunidas as condições, o que falta para avançar?”.
Apesar de reconhecer que o IC31 “peca por tardio”, mostrou expectativa de que as obras possam arrancar até 2027.
Representantes espanhóis também reforçaram a importância da ligação. David Torres, do Ayuntamiento de Moraleja, destacou a necessidade de melhorar as condições para projetos económicos de maior escala.
Já Angélica García, da Diputación de Cáceres, sublinhou o impacto positivo no turismo e no transporte de mercadorias.
Abel González Ramiro, da Diputación de Badajoz, apontou a importância da infraestrutura para a competitividade agrícola, enquanto Francisco Martín alertou para a perda anual de cerca de um milhão de turistas devido à ausência desta ligação.
Subordinada ao tema “Ligar Territórios & Pessoas. Construir um Futuro em Conjunto”, a reunião reforçou a necessidade de tratar o IC31 como um projeto prioritário para o desenvolvimento do interior e da cooperação transfronteiriça.

(Fonte: Nota de Imprensa da Câmara Municipal de Castelo Branco)
Escrito por P.Cordeiro
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