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Sam Feldt - Heartfeldt Radio #542
O Município da Covilhã já desativou o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, que tinha sido acionado a 28 de janeiro na sequência das últimas tempestades. Apesar disso, a autarquia vai continuar a acompanhar as populações afetadas e constituiu uma Equipa de Acompanhamento Pós-Emergência para apoiar os lesados por esta calamidade.
O Plano tinha sido ativado para reforçar a capacidade de resposta, a articulação de meios e o acompanhamento das diversas situações críticas registadas no concelho, numa fase em que o Governo declarou situação de calamidade em vários territórios, incluindo a Covilhã.
A decisão de desativação foi tomada esta quarta-feira, sob proposta do Presidente da Câmara, Hélio Fazendeiro, durante a reunião da Comissão Municipal de Proteção Civil, onde foram analisados os dados relativos ao período mais crítico.
Entre 25 de janeiro e 18 de fevereiro registaram-se 122 ocorrências, com destaque para:
Quedas de árvores, estruturas e muros;
Inundações;
Abatimentos de pavimento;
Movimentos de massas e taludes.
Entre os casos mais preocupantes estiveram o deslizamento de inertes das Minas da Panasqueira para a ribeira de Cebola, a queda de um talude em Casal da Serra e o abatimento do piso no eixo TCT.
Por precaução, mantém-se suspensa a captação de água na ribeira de Cebola, embora não existam indícios de contaminação.
No que diz respeito à rede viária, permanecem encerradas:
A Rua da Grila, que liga o Teixoso à Vila do Carvalho;
A Rua Comendador Mendes Veiga, por risco de desabamento de edifícios;
O eixo TCT, na zona do Refúgio.
Estão ainda condicionados o Caminho Municipal 1406 (Casal de Santa Teresinha) e a Estrada Municipal entre Vales do Rio e Peso.
Durante a sessão pública do executivo, Hélio Fazendeiro fez questão de apresentar um voto de louvor a todos os que estiveram envolvidos na resposta à emergência, nomeadamente serviços municipais, agentes de proteção civil, GNR, PSP, Bombeiros e Juntas de Freguesia, sublinhando o papel “absolutamente indispensável” que tiveram na mitigação dos impactos e no acompanhamento das populações.
(Fonte: Nota de Imprensa da Câmara Municipal da Covilhã)
Escrito por P.Cordeiro
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