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A Galeria António Lopes, na Covilhã, abre o ano de 2026 com a exposição “O Jardim da Alice”, de José das Neves, patente ao público entre 9 de janeiro e 7 de fevereiro. A mostra apresenta uma seleção de obras de arte digital e pop art, onde realidade e imaginação se cruzam numa linguagem visual livre, direta e simbólica.
Nesta exposição, é explorado um universo onde sonho, memória e crítica social coexistem sem limites formais. Através da fotografia e da experimentação visual, é proposta uma reflexão sobre os territórios instáveis entre o real e o imaginado, numa narrativa marcada pela intensidade gráfica e pela carga simbólica das imagens.
O trabalho de José das Neves desenvolve-se a partir do abstrato e do surreal, cruzando referências da arquitetura Bauhaus, da cultura pop e da contracultura das décadas de 60 e 70. A influência de Jean-Michel Basquiat revela-se na energia do gesto, na utilização de elementos gráficos e textuais e numa abordagem crua e direta à imagem, onde a expressão visual surge associada a uma leitura crítica da sociedade contemporânea. A publicidade assume-se, assim, como um tema recorrente, enquanto força simbólica e cultural.
Ao mesmo tempo, o imaginário do artista é alimentado por referências decisivas das artes visuais, da fotografia, do cinema e da literatura, de Henri Cartier-Bresson a Ansel Adams, de Pablo Picasso a Ralph Steadman, passando por Hunter S. Thompson e pelo cinema de Quentin Tarantino. Estas influências contribuem para um universo visual onde a realidade surge permanentemente atravessada pela ficção.
O percurso artístico de José das Neves teve início na fotografia de rua, tendo participado em workshops com fotógrafos internacionais e desenvolvido projetos ligados à música ao vivo, vídeo e documentação artística. Em 2010 apresentou a exposição “Sorria, está a ser fotografado”. Viveu e trabalhou em Penamacor, onde lecionou fotografia e colaborou com associações locais. Em 2019 foi convidado a expor em Londres e Vancouver, projetos que acabariam por ser adiados devido à pandemia.
Nos últimos anos, o artista tem aprofundado a dimensão narrativa e comunicacional do seu trabalho, destacando-se a documentação do festival Breathe Gathering e o desenvolvimento de uma curta-metragem, reforçando o diálogo entre imagem, som e storytelling visual.

(Fonte: Nota de Imprensa da Câmara Municipal da Covilhã)
Escrito por P.Cordeiro
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